TERRAS DA ESPERANÇA
A TRAJETÓRIA DOS IRMÃOS BUSS EM SANTA CATARINA

Autores: Augustinho BUSS, Anselmo BUSS e Toni Vidal JOCHEM

 


INTRODUÇÃO

"É feliz quem gosta de se lembrar de seus ancestrais, quem fala com alegria de seus feitos e
de sua grandeza e quem, no final da bonita fila,
vê colocado, silenciosamente, o seu próprio nome".

Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)


          Os personagens centrais de TERRAS DA ESPERANÇA são os imigrantes alemães JOSEPH HEINRICH BUSS(1831-1899) e JOHANN BERNARD BUSS(1823-1894), filhos de GERHARD HEINRICH JOSEPH BUSS(1797-1870) e de ELISABETH MARIA BROCKHOFF BUSS(1790-1851), radicados em Stadtlohn, na Alemanha. Joseph Heinrich e Johann Bernard, ambos casados, trabalhando como diaristas (täglohners) e tecelões artesanais (webers), a exemplo de seu pai, vendo que as suas fontes de renda se deterioravam em ritmo acelerado, decidiram emigrar para o Brasil, estabelecendo-se na Colônia Teresópolis, atualmente compreendendo parte dos municípios de Águas Mornas e São Bonifácio, no Estado de Santa Catarina.

          Ocorre que no século XIX a Alemanha passava por profundas transformações, saindo do sistema feudal para o industrial, a exemplo do que já acontecia com maior intensidade na Inglaterra e na França, desde o final do século XVIII. Em 1862 e 1863, quando ocorreram estas duas emigrações, o território alemão ainda não possuía a configuração de Estado Nacional, já que era constituído de vários principados, condados, marquesados e bispados que, mesmo diante dos diversos dialetos, tinham em comum, apenas o idioma alemão. A unificação da nação alemã somente veio a ocorrer mais tarde, em 1870, através de Bismark, o Chanceler de Ferro. Antes deste marcante evento, era aguda a escassez de terras no meio rural, pois as mesmas haviam sido excessivamente retalhadas, ou então, dominadas pelos senhores feudais. O desemprego se generalizava, fustigando principalmente os homens do campo, face à implacável e crescente ociosidade de mão de obra, em decorrência do progressivo avanço da revolução industrial. Nem mais como diaristas (taglöhners) ou tecelões artesanais (webers), atividades que prevaleciam nas famílias BUSS da época, conseguiam auferir o suficiente para assegurar a subsistência de suas famílias. A alternativa que lhes restava era reunir a família e emigrar, levando apenas o essencial, à procura de melhores condições, o que lhes parecia factível nas TERRAS DA ESPERANÇA, no sul do Brasil, onde já estavam muitos de seus conterrâneos.

          A maioria dos emigrantes europeus rumava para os Estados Unidos da América do Norte. Os dois irmãos BUSS, entretanto, optaram pelo Brasil. Foi em 1862, que JOSEPH HEINRICH BUSS e sua mulher Gertrud Boecker(1831-.....), ambos então com 31 anos, acompanhados apenas de seu filho Gerhard Heinrich Buss, com 9 meses de idade, deixaram Stadtlohn, na Westfália, rumando para o Porto de Antuérpia, onde embarcariam no navio que os transportaria até o Porto do Rio de Janeiro, onde chegaram no dia 22 de maio de 1862. Dali, novamente via marítima, seguiram até o Porto de Desterro (atualmente Florianópolis – SC). De Desterro, via terrestre, através de precárias estradas, até a localidade de Rio do Salto, na Colônia Teresópolis, onde se estabeleceu. A chegada deve ter ocorrido no início do mês de junho de 1862.

          No ano seguinte, em 1863, foi a vez de JOHANN BERNARD BUSS, de sua esposa Helena Christina Wilmer(1821-.....) e de seus seis filhos menores, Maria Gertrud Buss (nascida em 1850), Walter Buss (nascido em 1851), Elisabeth Gertrudes Buss (nascida em 1854), Maria Catharina Buss (nascida em 1855), Heinrich Buss (nascido em 1858) e Heinrich Theodor Buss (nascido em 1861), emigrarem para o Brasil. Saíram de Stadtlohn em fevereiro de 1863, também com destino ao Porto de Antuérpia, onde embarcaram no Navio Oldemburguês "Meuse", com destino ao Rio de Janeiro, onde chegaram aos seis dias do mês de abril de 1863, após cerca de seis semanas de viagem. Ainda no mês de abril de 1863, seguiram viagem a bordo do Vapor Brasil, com destino a Desterro, onde chegaram no final do mesmo mês. De Desterro seguiram, via terrestre, até a Colônia Teresópolis, onde chegaram nos primeiros dias do mês de maio de 1863.

          O reencontro com o irmão Joseph Heinrich Buss, que havia se estabelecido na acidentada região de Rio do Salto, deve ter sido confortante em termos fraternais, porém, certamente decepcionante nos aspectos econômicos. Naquelas terras, impróprias para a agricultura, não teriam futuro algum. Não lhe restava alternativa outra que não fosse a de se embrenhar pela mata virgem, à procura de um local mais promissor. Deixando a mulher e os seis filhos na Sede da Colônia Teresópolis, onde havia certa segurança e conforto, partiu rumo ao Oeste, subindo as serras, juntamente com outros colonos, colegas de infortúnio. Foi nas imediações das nascentes do Rio Capivari, logo que ultrapassaram o divisor de águas da Serra que, com o consentimento do Diretor da Colônia, resolveu fixar-se, pois o local lhe deve ter parecido promissor. Abriu uma clareira em plena mata nativa, numa fração de terras que mais tarde, em 11 de janeiro de 1868, seria legalizada com a denominação de lote 16 da Linha Rio Capivari, nela improvisando um barraco com a própria madeira que acabara de derrubar, no qual, em seguida, acomodaria a sua família. Implantou as suas primeiras lavouras e voltou para buscar os seus familiares, que haviam permanecido em Teresópolis. Desta vez, a família toda subiria as serras de forma definitiva, levando os seus poucos pertences, através da mesma picada que, meses antes, havia sido aberta pelos precursores, enfrentando toda sorte de adversidades e os perigos destas regiões íngremes, cobertas de vigorosa mata atlântica. Foi assim que, em 1864, Johann Bernard Buss e sua família chegaram ao Vale do Capivari, onde se estabeleceram definitivamente, figurando entre os fundadores de São Bonifácio – SC.

          Joseph Heinrich Buss, que estava sem perspectivas, lutando contra as adversidades na localidade de Rio do Salto, também teria um futuro melhor. Migrou em 1873, com dezenas de colegas, sob a coordenação do Padre Guilherme Roer, para o Vale do Braço do Norte, onde adquiriu um lote de terras mais planas e de boa fertilidade, figurando também entre os pioneiros germânicos fundadores de São Ludgero – SC, onde viveu em ambiente de prosperidade e encaminhou normalmente a todos os seus filhos.

          São as trajetórias relativamente similares, bem como o contexto histórico, determinante destas imigrações, que constituem o objeto do livro TERRAS DA ESPERANÇA - A TRAJETÓRIA DOS IRMÃOS BUSS EM SANTA CATARINA.

          Aponta-se como peculiar nesta obra, a proposta de evidenciar o contexto histórico vivenciado pelos irmãos Buss, frente aos problemas e limitações decorrentes do processo imigratório, quando do "reinício" de suas vidas econômicas no "novo mundo". Para alcançarmos os objetivos propostos, tivemos que trabalhar arduamente na reunião das fontes bibliográficas, considerando-se que as mesmas são raras e muito dispersas.

          Devido às exigências do objeto da pesquisa, nosso trabalho pautou-se, sobretudo, em fontes oficiais, encontradas em grande parte no Arquivo Público do Estado de Santa Catarina, em Florianópolis – SC, no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro – RJ e no Arquivo da Paróquia de Stadtlohn, na Alemanha. Trata-se de Relatórios do Presidente da Província, Relatórios do Ministério do Império, Relatórios do Ministério da Agricultura, Relatórios dos Diretores das Colônias, Ofícios, Requerimentos, Leis, Decretos, Jornais e Registros Paroquiais da época, que foram as principais fontes pesquisadas. Diversos cemitérios da região foram visitados pelos autores, na busca de informações para complementar a inclusa genealogia da família Buss. Inúmeras foram as entrevistas realizadas no mesmo intuito: alimentar o nosso banco de dados genealógicos.

          Essa publicação está dividida em duas partes distintas: a primeira tem como título A IMIGRAÇÃO E AS COLÔNIAS ALEMÃS e nela são abordados os aspectos gerais sobre a imigração alemã para o Brasil e, especificamente, sobre as colônias fundadas às margens do caminho Litoral-Planalto: São Pedro de Alcântara, Vargem Grande, Santa Isabel e Teresópolis. Na segunda parte, sob o título OS IRMÃOS BUSS EMIGRAM PARA O BRASIL, focalizamos a região da Westfália, na Alemanha, em cujo contexto histórico-social, estavam inseridos os Irmãos Buss, que emigrariam para Santa Catarina e se estabeleceriam na colônia Teresópolis. Abordamos, outrossim, parte do quotidiano dos imigrantes na referida Colônia, a ocupação dos Vales do Capivari e do Braço do Norte, as subsequentes migrações em território nacional, bem como outros aspectos, tais como a Econômica e a Religiosidade que caracterizavam a vida dos imigrantes nos seus primeiros anos no Brasil.

          Esta edição resulta de mais de uma década de pesquisas, tanto nos aspectos históricos, quanto genealógicos relacionados com os imigrantes irmãos Buss. O firme propósito de conhecer a trajetória destes heróis do processo de colonização, compilando cuidadosamente os dados encontrados e, desta forma, resgatar as histórias que os mesmos construíram, representaram o alento que nos manteve perseverantes e nos animava a prosseguir no desenvolvimento do trabalho, até a sua conclusão.

          Os co-autores Augustinho Buss de Jaraguá do Sul – SC e Anselmo Buss de Florianópolis – SC, primos irmãos e tataranetos de Johann Bernard Buss, inicialmente trabalhavam de forma individual, porém no mesmo objetivo, sem que um soubesse das iniciativas do outro. Ao tomarem conhecimento da convergência de objetivos, logo se uniram, passando a conciliar os seus esforços. Afinal, em conjunto, avançariam mais rapidamente. A adesão do historiador Toni Vidal Jochem, mestre em história cultural e um dos estudiosos da colonização alemã de Santa Catarina, já com vários livros publicados sobre o tema, foi decisiva para a ampliação dos enfoques e o melhor detalhamento dos diferentes cenários que abordamos, possibilitando acelerar o ritmo dos trabalhos.

          Nossa relação de anexos adiciona documentos considerados históricos para a família Buss. Destacamos, dentre os mesmos, uma publicação que nos relata a história da cidade de Stadtlohn e de suas duas principais igrejas, numa inteira e fiel reprodução do original, editado em idioma alemão, propiciando aos leitores identificados com estas origens, o desafio de poderem exercitar uma leitura diferenciada.

          Com o sentimento do dever cumprido, estamos convencidos de que desta forma contribuímos com o resgate das histórias protagonizadas pelos irmãos Buss, nas suas trajetórias em terras catarinenses.


Rio Fortuna – SC, 03 de janeiro de 2004.

Os Autores

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SOBRE OS AUTORES

          AUGUSTINHO BUSS, nasceu em Rio Fortuna – SC aos 12 de fevereiro de 1940. Após completar o primário em sua terra natal, ingressou no Seminário da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, chegando até a Teologia (3 anos, nos Estados Unidos). Formou-se posteriormente em Letras e Administração de Empresas. Dividiu sua carreira profissional entre o ensino da língua inglesa (Unisul, Tubarão) e a área de Recursos Humanos em empresas, como: Alcoa (MG), Celanese (MG), Amaco (PR) e Duas Rodas Industrial (SC). Em 1991 abriu sua própria escola de línguas “Fellows Idiomas”, na qual atua como diretor e professor. Reside em Jaraguá do Sul, SC desde 1986.

          ANSELMO BUSS, nasceu em Rio Fortuna – SC no dia 22 de fevereiro de 1949. Realizou na terra natal, no Colégio Pio XII, com as Irmãs Escolares de Nossa Senhora, o curso primário elementar. A admissão e o nível ginasial foram nos seminários de Rio Negrinho – SC e Corupá – SC, na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Na Escola Técnica Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, concluiu o Curso Colegial Técnico de Máquinas e Motores. Graduou-se, na seqüência, nos cursos superiores de Engenharia Mecânica e de Engenharia de Segurança do Trabalho, ambos na Universidade Federal de Santa Catarina. Foi funcionário público estadual efetivo. Atuou durante alguns anos no magistério, tendo sido professor de física no Instituto Estadual de Educação e lecionado a disciplina de tecnologias de soldagem na Escola Técnica Federal de Santa Catarina. Após obter aprovação em concurso público interestadual, em 05 de fevereiro de 1979, ingressou no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE onde, trabalha, em regime de dedicação exclusiva, como Técnico em Desenvolvimento, até a presente data.

          TONI VIDAL JOCHEM, nasceu em Águas Mornas – SC. É bacharel e licenciado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestre em História Cultural pela mesma Universidade, na linha de pesquisa "Migrações, Cultura e Identidade". É autor dos livros “Pouso dos Imigrantes”, “A Epopéia de uma Imigração”, e “A Formação da Colônia Alemã Teresópolis e a Atuação da Igreja Católica(1860-1910)” e organizador da publicação “Sesquicentenário da Colônia Santa Isabel 1847-1997, Celebração e Memória”. Co-autor do livro “São Pedro de Alcântara: 170 anos depois” e organizador do livro “São Pedro de Alcântara – Aspectos de sua História”. Foi coordenador do biênio comemorativo do 170º aniversário de imigração alemã de São Pedro de Alcântara – 1998/1999, membro da Academia de Letras de Biguaçu – SC e sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina – IHGSC.

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SUMÁRIO DO LIVRO

Introdução................................................................................................................................09

PRIMEIRA PARTE

A IMIGRAÇÃO E AS COLÔNIAS ALEMÃS

Os Alemães no Brasil – Aspectos sobre a Imigração...................................................................15
O Caminho Litoral-Planalto........................................................................................................34
A Colônia São Pedro de Alcântara.............................................................................................36
A Colônia Vargem Grande.........................................................................................................55
A Colônia Santa Isabel.............................................................................................................58
A Colônia Teresópolis...............................................................................................................66

SEGUNDA PARTE

OS IRMÃOS BUSS EMIGRAM PARA O BRASIL

A Westfália que deixaram..........................................................................................................95
Os Irmãos Buss Emigram para Santa Catarina...........................................................................104
Do Rio do Salto para São Ludgero.............................................................................................121
Em São Bonifácio a Família se Dispersa...................................................................................130
A Busca do Espaço Vital.........................................................................................................190
A Ocupação do Vale do Capivari...............................................................................................192
A Ocupação do Baixo Vale do Braço do Norte...........................................................................201
A Ocupação das Terras do Patrimônio Dotal..............................................................................205
A Migração para o Estado do Paraná........................................................................................211
A Proletarização e a Urbanização.............................................................................................212
A Vida Econômica...................................................................................................................216
A Vida Religiosa......................................................................................................................234
Fereferências Bibliográficas......................................................................................................244

A GENEALOGIA DA FAMÍLIA BUSS........................................................................................254

ANEXOS.................................................................................................................................333

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RELAÇÃO DE SOBRENOMES CONSTANTES NA GENEALOGIA DA FAMÍLIA BUSS
CITADOS NO LIVRO "TERRAS DA ESPERANÇA - A TRAJETÓRIA DOS IRMÃOS BUSS
EM SANTA CATARINA"

A - Agonilha, Aires, Alba, Alberton, Almeida, Alvarenga, Alves, Amâncio, Andrade, Antunes, Araújo, Arben, Armite, Assing, Avelino.
B - Bach, Back, Backes, Ballmann, Barbosa, Baron, Batista, Becker, Beckhäuser, Beltrame, Benedet, Berkenbrock, Beumer, Bianchini, Bineck, Bittencourt, Blasius, Bloemer, Boecker, Boeger, Boeing, Bonetti, Borecki, Borges, Borget, Borghezan, Borguesan, Borguet, Bortoli, Brand, Bremen, Brito, Brockhoff, Bruening, Bucrever, Burano, Busch, Buss.
C - Cadorin, Camiolete, Campagnaro, Cândido, Cardoso, Charf, Chichorro, Choma, Cirino, Conceição, Conzatti, Coradini, Corrêa, Costa, Cruz.
D - Dacoregio, Dalmagro, Daufenbach, Degering, Della, Giustina, Della Giustina, Dellagiustina, Dell Agnolo, Dellagnolo, Derose, Dias, Dimen, Dirksen, Duessmann, Düssmann, Dutra.
E - Eberhadt, Efting, Endler, Escremin, Ésforte, Espíndola, Esser, Exterkoetter, Eying, Eyng.
F - Fagundes, Faria, Feldhaus, Felizzetti, Fernandes, Figueiredo, Filho, Floriani, Floriano, Fortkamp, Foster, Frare, Froeser, Füchter, Fuechter, Fulanetti.
G - Galdino, Garcia, Gasabini, Gil, Goedert, Gonçalves, Goser, Grassi, Guesser, Guimarães.
H - Haider, Hamenschlager, Hang, Hawerroth, Heerdt, Heidemann, Hemkemeie, Hemkemeier, Herdt, Hoepers.
I - Ignácio, Inocêncio.
J - Joaquim, Júnior, Junkes.
K - Kauling, Kindermann, Klemm, Koch, Koenig, Köhler, Koll, Konâ, Kraus, Krug, Kühl, Kuhlkamp, Kuhnen, Kunzen, Kupas, Kurt, Kurtz, Kurzhals.
L - Laurindo, Leeser, Lehmkuhl, Leitzke, Leverich, Lindgren, Lipszyc, Lobo, Loch, Locks, Lodi, Loffi, Longen, Lopes, Lorgura, Lückmann, Lueckmann, Luz.
M - Macari, Machado, Marcelino, Marcilo, Marcolino, Marschardt, Martignago, Martovani, May, Medeiros, Mello, Melo, Merico, Merten, Meurer, Michels, Miguel, Monteiro, Moraes.
N - Nack, Neckel, Neto, Neves, Niehues.
O - Oennig, Oenning, Olhares, Onório, Ortiz, Otávio, Ottersbach.
P - Pallmann, Panshargen, Pauli, Paulino, Pereira, Perón, Petry, Pettermann, Philippi, Pieri, Pinto, Potmayer, Pra, Preis, Preis.
Q - Quadros, Quirino.
R - Ramalho, Ramos, Rech, Redivo, Regina, Reis, Ricken, Rieg, Rocha, Rocker, Rodrigues, Roecker, Roeker, Rohden, Rohling, Romão, Rosa, Rosing, Rumpf.
S - Sabalagio, Santine, Santos, Satiz, Schlickmann, Schmidt, Schmitt, Schmitz, Schmoeller, Schneider, Schoenell, Schotten, Schreiber, Schuelter, Schuerof, Schueroff, Schuerrof, Schuls, Schulter, Schüroff, Sebastiani, Sehnem, Shreder, Siebert, Silva, Silveira, Sipinski, Soares, Soette, Sombrio, Sorge, Souza, Spinski, Steen, Steenbrink, Steiner, Storz, Stuep, Stuepp.
T - Tartare, Tartari, Tenfen, Thives, Torezin, Turazzi.
U - Uliano.
V - Vanderlinde, Vandresen, Vansuita, Vargas, Viana, Vieira, Vimes, Volpato, Voss.
W - Warmeling, Warmling, Weber, Wensing, Werhnke, Wernke, Wernke, Wessler, Wiemes, Wiggers, Willemann, Wilmer, Winter, Wozniak.
Z - Zanetti.

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TERRAS DA ESPERANÇA
A TRAJETÓRIA DOS IRMÃOS BUSS EM SANTA CATARINA

DESCRIÇÃO DO LIVRO:

Autores:
Augustinho BUSS
              Anselmo BUSS
              Toni Vidal JOCHEM


Editora:
Edição dos Autores
ISBN 85-903946-1-1
Data de Lançamento:
03 de janeiro de 2004 - Rio Fortuna - SC
                                   11 de janeiro de 2004 - São Bonifácio - SC
Quantidade de Páginas: 416
Capa: Colorida
Miolo: Preto e Branco
Formato: 16cm x 23cm (fechado)
Valor: R$ 35,00 (mais a postagem)

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